Digamos que a maior parte das coisas que a gente um dia acredita ser verdade ou mudam, ou são mentira, ou nunca são postas em prova.
Daqui pra frente não é diferente.
E vendo mais uma amiga chorar e sentir tudo aquilo que eu um dia senti me faz lembrar que eu preciso me abrir de novo. Pra chorar de novo.
Tenho vivido como repelente. Não me imagino me doando, amando ou querendo alguém.
Não, não é triste. Apenas neste momento eu me basto. E a busca por melhorar aquilo que sou me ocupa tempo demais.
Pensar em abrir as portas agora significa abrir um baú cheio de bagunças. E não acho justo jogar isso conta as pessoas.
Realmente, primeiro eu preciso organizar esse baú, as gavetinhas internas e separar (pelo menos por um tempo) as coisas em ordem alfabética.
Hoje e ontem o meu estômago parece querer dizer algo pra mim. Mas não aprendi AINDA a falar "estomaguês" e não consigo traduzir o significado de tantos frios na barriga.
Tb reparei que estou colocando ponto final em muitas frases.
É bem assim que eu estu tentando controlar os pensamentos que saem fora de ordem.
Eu tento, juro que tento, não cometer os erros que me levam a retroceder em algumas batalhas que eu já venci.
Juro tb que está muito mais fácil encarar os demônios. No plural, sacou?
E falando dos demônios, ouço minha psicóloga dizer: "Fernanda, tu desconta tua irritação nas palavras, ferindo, enfiando o dedo no olho, cheeeeeeia de ironias..."
Acho que ela me conhece já.
(beijo pra Nara)
Tá, eu sei que esse post tá sem nexo, mas eu tou tão ansiosa que meus dedos tão brigando com as idéias e com os sentimentos.
Lembrei do Lauro: eu gosto do estrago!
Apago incêndio com gasolina... Eu sou assim.
E do teste que eu fiz me marcou: Algumas vezes colocam demasiada importância e valor nas opiniões e sentimentos daqueles por quem se importam. Durante tempos tensos e dolorosos, eles podem ficar cegos aos fatos da situação.
Eita, Fernanda!!!
Passional!!!!!!
Tá, chega de monólogos com o blog.
sábado, 15 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Não leve o personagem pra cama...
Alguém me diz, por favor, que esse personagem eu posso levar pra cama!!!
E deu saudadinha do Dexter!
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Tudo azul, todo mundo nú
"Foi do meu lado que eu achei o que me fez assim tão diferente."
Naquele dia eu acordei, percebi que havia mudado, embora sempre fosse assim, singular.
Eu sempre fui do diferente, quando fui pro Rio de Janeiro não conheci o Cristo, mas sim a Rua das Maricas, ganhei no palito mais um picolé em frente a praia da barra no meio da noite e dormi com os índios.
Quando morei em curitiba odiava o Teatro de Arame e o Jardim Botânico, mas tinha adoração pela canaleta e pelo expresso!
Em Pelotas, nenhum doce me atrai tanto quanto o sorvete de morango da tia Marucha.
Em Santo Antônio da Patrulha, o tão famoso sonho era bichado, dando lugar para as aventuras doidas no Caará.
Nova Petrópolis bomba pra tomar banho na piscina vazia do Hotel Veraneio Schoeler.
Caxias tem bolo de cenoura com cobertura de chocolate da tia Celita e lençóis térmicos.
Farroupilha tem a tia Elda que é como o Elvis: não morreu.
No Uruguai fui pra Punta del Diablo, não peguei praia, ganhei uma xícara da cucaracha do amigo chileno fã de drexler, comi milanesa al pan, ensinei português em espanhol pra um americano, ri da cara do Keen and the band pelo sotaque de Montana e conheci uns 3 molidos molhados.
Fora toda a dita "perfumaria": não gosto de rosa, sou bióloga e odeio insetos, sinto enjoo quando passo perfume, anões me perseguem... Essas coisas...
Aí esse ser, tão 8 ou 80, olha pra dentro de si, vasculhas as gavetinhas e se percebe. E percebe o outro.
Percebe que muita coisa amadureceu ao seu redor. Mas que é apenas o começo.
E por fim, descobre que o Siddhārtha Gautama tinha razão: o canal é o caminho do meio!
Naquele dia eu acordei, percebi que havia mudado, embora sempre fosse assim, singular.
Eu sempre fui do diferente, quando fui pro Rio de Janeiro não conheci o Cristo, mas sim a Rua das Maricas, ganhei no palito mais um picolé em frente a praia da barra no meio da noite e dormi com os índios.
Quando morei em curitiba odiava o Teatro de Arame e o Jardim Botânico, mas tinha adoração pela canaleta e pelo expresso!
Em Pelotas, nenhum doce me atrai tanto quanto o sorvete de morango da tia Marucha.
Em Santo Antônio da Patrulha, o tão famoso sonho era bichado, dando lugar para as aventuras doidas no Caará.
Nova Petrópolis bomba pra tomar banho na piscina vazia do Hotel Veraneio Schoeler.
Caxias tem bolo de cenoura com cobertura de chocolate da tia Celita e lençóis térmicos.
Farroupilha tem a tia Elda que é como o Elvis: não morreu.
No Uruguai fui pra Punta del Diablo, não peguei praia, ganhei uma xícara da cucaracha do amigo chileno fã de drexler, comi milanesa al pan, ensinei português em espanhol pra um americano, ri da cara do Keen and the band pelo sotaque de Montana e conheci uns 3 molidos molhados.
Fora toda a dita "perfumaria": não gosto de rosa, sou bióloga e odeio insetos, sinto enjoo quando passo perfume, anões me perseguem... Essas coisas...
Aí esse ser, tão 8 ou 80, olha pra dentro de si, vasculhas as gavetinhas e se percebe. E percebe o outro.
Percebe que muita coisa amadureceu ao seu redor. Mas que é apenas o começo.
E por fim, descobre que o Siddhārtha Gautama tinha razão: o canal é o caminho do meio!
para quem sente
do céu
chove, molha, escorre
corro dos dias que eu rezo tanto
das horas que eu conto
das noites que eu não durmo
sangro
falo
eu não calo mais
eu sangro mais
eu amo mais
eu vejo
e penso
e eu sangro mais
eu saio
coloco os dias na cabeça
mais coisas na cabeça
eu deixo menos
eu amo mais
caem as coisas
desgosto
eu que gosto tanto
no final eu amo mais
eu sangro mais
eu morro mais.
chove, molha, escorre
corro dos dias que eu rezo tanto
das horas que eu conto
das noites que eu não durmo
sangro
falo
eu não calo mais
eu sangro mais
eu amo mais
eu vejo
e penso
e eu sangro mais
eu saio
coloco os dias na cabeça
mais coisas na cabeça
eu deixo menos
eu amo mais
caem as coisas
desgosto
eu que gosto tanto
no final eu amo mais
eu sangro mais
eu morro mais.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
e lá se foi 2010
A espera por 2011 foi incrível.
Virar o ano tb.
Em ótima companhia, num lugar onde só existem lembranças boas.
Foram inúmeras atividades malucas, bordões que ficarão marcados, um show de lavar a alma, fogos na beira da praia, horários invertidos de sono, cachorros enlouquecidos, banhos de sol frustrados, banhos noturnos de mar/lagoa e 7 horas de viagem de volta (abanando com o pé)!
O saldo foi mais que positivo.
Fora a promessa de não usar a internet e ter sucesso!
2011, seja legal.
Obrigada aos amigos do barquinho e espero que meu pedido pra estrela cadente se realize (não, não foi cerveja, hihihihih)...
E um beijinho doce pra Tatá maloqueira, que comeu todos os insetos, limão e carvão... Mas se mostrou uma coisinha fofa e parceira até pra sair na noite de Tramandaí!
Assinar:
Postagens (Atom)

