sábado, 16 de fevereiro de 2013

Poesia ao espaço


Eu queria ter a ousadia dos corajosos e travar todas as minhas batalhas de uma vez só.
Eu queria saber mais e confrontar meu espírito ignorante.
Eu queria viver a vida dos bons e ter o sono dos justos.
Eu queria acreditar que existe algo melhor.
Eu queria correr riscos e nunca realmente corrê-los.
Eu queria sentir menos do mais e mais do menos.
Eu queria falar pra você tudo aquilo que me incomoda e dividir o peso das costas.
Eu queria coisas simples e complexas juntas, possível e impossível.
Eu queria tudo diferente.
Eu queria roubar a força daqueles que a usam em demasia e fortificar meu castelo de areia.
Eu queria braços largos a me proteger.
Eu queria ouvir aquilo que me confortaria e poder suspirar e ouvir de novo.
Eu queria silêncio.
Eu queria refúgio de tudo que é feio e pobre, de tudo que choca os olhos, de tudo que fere o outro.
Eu queria usar demais, fazer demais, ter demais e não sofrer preconceitos.
Eu queria ser feita de música, respirar música e transparecer música.
Eu queria conhecer lugares, fotos, cores e ter saudades deles.
Eu queria nunca cansar de ser e existir.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Considerando o desconsiderar


hoje fiquei pensando em algo q vem ocorrendo frequentemente comigo: a falta de consideração/bom senso alheio...

não é de hj, mas está cada vez mais frequente.

fico cada vez mais preocupada, sinceramente, com as pessoas... elas acham q podem agir da forma q quiserem, falar o q quiserem, te desrespeitando ou te colocando em situações constrangedoras e seguirem no outro dia como se nada tivesse acontecido!

elas no outro dia vem falar contigo, ou então após alguns dias/semanas/meses, como se o ocorrido não significasse nada!

ok, pra elas até pode não significar, mas e pra mim? elas já se perguntaram se eu estou bem com isso?

não é preciso ser um expert em interpretação dos sinais corporais e das coisas que eu falo pra perceber quando eu estou incomodada com algo, ainda mais q na maioria das vezes eu deixo bem claro! muitas vezes mais de uma vez, inclusive!

então, se está claro q eu não estou de boa com a situação o mais certo seria se predispor a conversar, certo? ou então pedir desculpas? ou então modificar o comportamento?ou então parar de insistir no erro?

errado!

as pessoas resolvem ignorar os fatos, quanto mais contrário aos interesses delas, menos elas levarão teu "incomodo" a sério!

é fato: todos tem o livre arbítrio de tomar suas decisões e escolher seus caminhos, porém o livre arbítrio vem seguido de responsabilidade e, pq não, maturidade para encarar as consequências!

e não é q eu esteja esperando perfeição das pessoas, mas eu esperava sim consideração!

aí eu penso numa frase q escutei essa semana, um conselho em forma de dito popular: os incomodados q se retirem...


e aí, meus caros? como proceder?
a sabedoria deste dito é mais certa, é precisa.
confesso achar q seja o mais correto a se fazer, mas penso q é triste tb, pois essas pessoas dificilmente assumirão o afastamento como uma oportunidade delas pensarem no que aconteceu e acabarão usando como mais uma oportunidade para se vitimizar ou ir contra...

difícil, né?
e está cada dia mais comum... amigos, conhecidos, alunos, seres virtuais...

finalizo com um questionamento que há muito anos foi apresentado para mim pelo Kid Abelha, q nunca saiu da minha mente e q até hj não encontrei a resposta:

- Será preciso ficar só pra se viver? 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Água "morna" em pedra dura


"No inventário, trinta diários.
Aos quinze anos, dentro de um aquário,
escrevia com a água mais morna
os dias sem glória.
Nas linhas, o obituário da cidade,
Clamar os dias com sol e sem sol,
com chuva e sem chuva.
Sem saber, fotografava o insípido,
o que não se destrói com as traças,
o que é vivo, nem se curva - para o fim.
Uma menina sem mim, o que eu era"

Fonte [X]

Achei essa poesia meio querendo, meio que sem querer e pensei em começar a escrever o pequeno relato da minha  vida morna.

Ao contrário do que a massa pensa, morno não significa ruim, pelo contrário, significa tranquilo o suficiente para os dias não terem estresses e problemas que façam um furacão. Existe a agitação do trabalho, da vida social, mas não há tédio, apenas não existem emoções bruscas, rompantes e loucuras.

Aí vem o trecho da poesia "Uma menina sem mim, o que eu era". Exatamente.

Eu sou uma menina nova sem a velha menina que eu era.
A Fernanda de 1 ano atrás jamais poderia classificar sua vida como morna! Essa não era a Fernanda!
Sempre haviam motivos bons e ruins para tornar minha vida "emocionante" e acredite, esse emocionante é que era o ruim!

Emocionante, mas custava meu equilíbrio sentimental. Custava a falta de tranquilidade, a ansiedade.

Minha nada mole vida continua, claro. Afinal a vida tá longe de ser um moranguinho, mas hoje existe estabilidade, uma zona de conforto emocional e profissional.

O morno se resume em trabalhar bastante naquilo que eu gosto, morno é ter as amizades sinceras por perto (e sem dúvidas sobre a sinceridade delas!), é ter planos/objetivos traçados pro futuro.

Morno é bom pacas!

Mas confesso, é mó parado.

Parado pq os problemas surgem do trabalho, que seria quase um "de fora pra dentro". Pq não existem rompantes de brigas acaloradas que faziam perder dias de preocupação, ou então pq não existem emoções relacionadas aos relacionamentos afetivos.

Sim, tem vezes que isso até faz falta. É estranho, mas é normal.

Eu me sinto bem como eu estou. Juro.
Hoje eu aprendi a viver com o parado e sinto orgulho disso e dessa fase. Isso tudo é resultado de muito esforço.
Poder descansar a cabeça no travesseiro sem rancores, mágoas, estresses, medos ou aflições é algo excelente.
Aprendi também (e finalmente) a estar sozinha, a curtir a minha companhia - e disso eu tenho muito orgulho, um viva para mim!

Portanto, amigos que se sentem com a vida morna, analisem bem... Morno significa muitas vezes um período de estabilidade, de "colher o que foi plantado" e aproveitar isso.
Aproveitem e, principalmente, sintam orgulho de si. Atingir metas e viver mais tranquilo é resultado de muito trabalho.

Mas lembrem-se: o ideal é viver o morno por um tempo e depois disso criar novas ambições. Nada é eterno e isso vale para as fases das nossas vidas.

Eu estou curtindo meu morno, mas espero que logo venha o concurso da prefeitura de poa pra agitar minhas águas! Como eu disse: faz falta um frio na barriga!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Voltar é viver!


Voltei ao meu querido blog depois de muito tempo sem escrever.

Não sei ao certo o motivo da ausência, mas um dos motivos foi o de ter que me dedicar aos planos traçados em 2011 que se concretizaram esse ano.

Tudo anda pacificamente bem.

Bem até demais.
Calmo até demais.

Eu sempre deixei claro que este espaço aqui serve de diário para mim. Todo e qualquer assunto é tratado e aqueles que se sente contrários à esse tipo de exposição pessoal, por favor, nem cheguem perto deste blog. Obrigada.

Talvez hoje eu não tenha nada para relatar.
Todo mundo sabe que os sentimentos de tristeza e alegria intensos são fontes de energia para o ato de escrever.
Esse meu momento morno não gerou energia.

Eu poderia relatar meus dias de trabalho, as dificuldades com os alunos, as coisas engraçadas... Mas não acho isso interessante de se escrever aqui.

Me veio agora na cabeça que comentar sobre esse "morno" gera um baita assunto, mas será mesmo que eu quero escrever sobre isso?

Sinto sim a vontade de escrever, mas ainda não achei o foco.

Quem sabe amanhã?
Siiiiiim, eu tenho assuntos para escrever... Não se preocupe, blog querido, eu estou de volta!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

E foi dada a largada para as retrospectivas...

Acho justo fazer a minha retrospectiva nessa época tão convidativa...

Quando 2010 virou 2011 nada estava fácil...

Existia muita dor, muita ansiedade, muita frustração... E eu mal sabia que isso iria se perdurar por mais alguns meses. Janeiro, Fevereiro e Março foram meses de aprender a deixar para trás e focar nas tantas mudanças que ocorriam.
Muitas decisões foram tomadas. E sim, muitos momentos prazerosos foram vividos, mas ainda havia o sofrimento, a depressão.

No meio do ano eu tive a prova de que mesmo tudo sendo complicado eu estava mudando. Colhi os frutos da minha dedicação e da dedicação dos amigos para a minha melhora. Foi, sem sombra de dúvida, um dos ápices mais marcantes do ano.

Nos meses seguintes novas duras provas se colocaram no meu caminho e as escolhas foram bem difíceis de serem feitas.

Setembro foi o mês de criar foco em novos objetivos. Outubro e Novembro foram os meses de receber as melhores notícias possíveis sobre esses novos objetivos.

Dezembro... Ah, Dezembro tem sido o mês de realizar a manutenção dos caminhos e o mês em que a minha querida inimiga "deprê" resolveu recolocaras asas de fora.

Se 2010 foi o ano chamado de "Desespero", 2011 foi o ano de colocar o desespero em pratos limpos e organizá-lo, estudá-lo e entendê-lo... Eu transformei a minha mente em caos em apenas uma bagunça. Eu não sabia que conseguiria tanto. Eu sinto orgulho disso. E sinto orgulho de dizer que não fiz isso sozinha.
Existiram pessoas que mesmo com seus problemas, defeitos e maravilhosas qualidades me deram a mão.

O bom de tudo isso é poder ler o que acabei de escrever e ver que diferente das perspectivas de 2010 sobre 2011, as de 2011 sobre 2012 são zilhões de anos luz melhores e mais positivas!

E que venha 2012! E que ele amadureça feliz!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Questionando o questionário? Eu não e você?

Resolvi atender o "chamado" da minha amiga Kika e responder esse questionário bacana. Antes tarde do que nunca, não é?


Let's go!


1. O que eu mais gosto em mim?


Eu gosto bastante desse meu jeito bem humorado de levar a vida! Isso protege das coisas ruins, faz o caminho ser mais fácil e a vida ser mais leve.


2. O que não gosto em mim?


Da maldita mania de sempre ter que achar um porquê em tudo! Eita necessidade de precisar saber os motivos do universo inteiro para cada ação cometida! Eu sempre acho que se tiver uma explicação plausível eu vou conseguir entender como as coisas acontecem... Ou vou poder justificar ações, reações... É uma maneira de lidar com as coisas, achar uma razão lógica tira a carga negativa e a transforma em simplesmente algo feito devido ao X motivo e nada mais. Deu pra entender?


3. Se eu ganhasse na Mega Sena eu…?


Eu seria a pessoa mais feliz do mundo! hahahahaha, sério! Nossa!! Eu poderia dar estabilidade financeira para as pessoas da minha família e até para os amigos! E para mim, óbvio! Depois disso eu partiria para a realização dos sonhos: conhecer o Tahiti, criar um grande centro de resgate aos animais de rua, ir para os lugares que eu sempre sonhei conhecer na Europa... (é claro que o dinheiro seria bem investido e provavelmente eu contrataria uma pessoa especializada para cuidar dele e fazê-lo render, ou coisa assim)


4. 10 coisas sem as quais eu não viveria:

Como disse a Kika, animais e pessoas não são coisas... Isso já tira uma boa quantidade de ítens... Deixa eu pensar...


Coisa 1: o meu querido computador
Coisa 2: esmaltes (o ápice da minha vaidade)
Coisa 3: tintas de cabelo
Coisa 4: minha cama delicinha
Coisa 5: meu celular (já foi mais popular antes, hoje o computador tirou o prestígio dele)
Coisa 6: livros
Coisa 7: música, música, música! Meu deus, eu seria um nada sem música!
Coisa 8: minha psicóloga não pode ser uma coisa? deixa vaiiii...
Coisa 9:  filmes e seriados
Coisa 10: a cidade e tudo que ela oferece!


5. Qual o significado do blog para mim?


O meu blog nasceu para ser um local de desabafo mental! Daquela necessidade de jogar os pensamentos no "papel" e visualizá-los para uma melhor organização!
Depois disso, ou resultante disso, vem a possibilidade de outras pessoas visualizarem esses pensamentos jogados e me ajudarem a montar as peças. Se quiserem, é claro. Mas sempre existe a possibilidade de alguém querer, de alguém enxergar algo que eu não tenha visto e dar o click que eu precisava!
Eu não me importo com a tal "exposição", eu sou assim, sempre fui exposta, sempre fui aberta! Escrever aqui não denigre minha imagem ou o que eu sou, pelo contrário, é apenas um complemento virtual da minha pessoa.
Se você não concorda com isso o que está fazendo aqui? O que está procurando aqui se para você eu sou "suja"? (olha aí a mania de querer saber todos os porquês)
Eu aceito a curiosidade alheia, eu aceito as críticas, eu aceito as caras feias... Posso não gostar, mas aceito. Tudo isso faz parte de ser uma pessoa "aberta".


6. O que é beleza para mim?


Não sei.
Quantas vezes já não ocorreu aquela situação em que eu aponto algo/alguém/alguma coisa declarando ser bonito e a pessoa do lado faz cara feia, dizendo: "meu deus, tu é cega?"
Realmente, eu não sei explicar...
Só sei que quando a gente aprende a amar as pessoas, as coisas e a si mesmo a gente consegue ver mais beleza no mundo...
Além disso, existe coisa mais bonita que a natureza? Que a inocência da resposta das crianças? É um clichê, mas acho que é o mais perto que eu consigo chegar do conceito de beleza... Afinal, esse clichê é quase um consenso geral... Deve haver beleza de verdade nisso!


7. Frase que marcou minha vida:


"Não seja como eu, minha filha. Seja independente" - por Mamãe
"São maravilhosas" - Vovó respondendo a afirmação da enfermeira que disse que as netas dela eram lindas
"Can't we give ourselves one more chance? Why can't we give love that one more chance?" - pelo Queen
E qualquer uma que minha psicóloga tenha dito sobre a culpa não ser minha... hahahaha


8. Cite uma mulher que foi  FUNDAMENTAL na formação da sua personalidade:


Minha mãe e minha vó.
A primeira me deu os exemplos de amor, carinho, companheirismo, amizade, humor... Os valores, o certo e o errado, a ter um objetivo.
A segunda me ensinou a ser ativa e independente. Me mostrou como ser feminina, me mostrou o que é trabalho e como ele funciona para buscar as coisas que eu quero. 


9. Cite a principal característica que uma mulher nos dias de hoje PRECISA ter e uma que ela NÃO DEVE ter:


Precisa: ser um ser humano normal
Não deve: ser um ser humano normal


Sério, todo mundo precisa ser normal, viver a vida do jeito que deve ser, como qualquer outro ser humano faz (trabalhar, estudar, se divertir, passear, ter responsabilidades etc)... Mas também não da pra ser sempre normal... Tem uma hora que você precisa surtar, ter ataque de mulherzinha, bancar a louca...


10. Qual o papel da mulher em nosso momento atual da história?


Eu acho que faz todo o sentido o que a Isabel Alice, minha amiga, respondeu sobre isso... A mulher precisa para de TER que ter um papel.
Afinal de contas não estamos todos lutando pela nossa sobrevivência?


Então, 10 perguntas seguem para 10 mulheres com o cérebro em ordem (ao menos, para questionar se seu cérebro está em ordem!). E eu recomendo... 




Então... Não vou escolher 10 mulheres, vou deixar a mulher que ler isso decidir se quer responder ou não...


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

meu fraco...

Tenho vários "pontos fracos": por bateristas, por loiros de olhos azuis, por vozes marcantes, por sorrisos bonitos, por bom humor...

Aí um dia eu descubro um homem que é dono de todos eles...













E quando ele canta...





É Roger Taylor... Estou nutrindo um amor pseudo-platônico por você!


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Didático e explicativo!

Tenho andado profunda e integralmente despendendo tempo apenas comigo.
É de se estranhar, fato.
A Fernanda é aquele ser que nunca para em casa, que vive certada de amigas e amigos de apelidos monossilábicos ou dissilábicos, que se envolve em tramas mexicanas e conhece uma gama respeitável de lugares e pessoas.

Sim, também é verdade que com o intenso ritmo de trabalho que eu executava até uns meses atrás estava tornando inviável fisicamente o desenrolar dessas "atividades" vistas como o padrão.

Porém, as novidades não tão positivas (embora por isso não deixassem de ser as melhores decisões tomadas) aquietaram a Fernanda e trouxeram para a cena um novo contexto.

Nesse novo contexto, tivemos a Nerfanda de volta. Essa, menos conhecida nos grupos sociais, recebera esse nome devido à junção do "Ner" de nervosa e o "Fanda" do apelido carinhoso dado pela mamis Eliana.

A Nerfanda é aquele menina irritadinha, uma discípula do Seu Saraiva ("pergunta idiota, tolerância zero") e cheia de ambições das mais diversas que são ponto inicial para a definição do novo objetivo de vida a ser traçado.

Dentro desse contexto também entra uma atividade de avaliação das pessoas e coisas que estão ao redor da Fernanda. São avaliados quanto a sua significância, representatividade, importância e em outros níveis que não se saberia "nomear" para listar aqui.

Sem sombra de dúvida é um momento recluso. É feito de descobertas e não simplesmente de dúvidas sobre a real necessidade das coisas. Também não é um capricho, tendo em vista que é um momento bastante conflituoso e por vezes bastante doloroso.

Estagnado seria outro nome deste estado no qual me encontro. Enquanto tudo é avaliado e reorganizado em suas devidas gavetas mentais as coisas acabam não saindo do lugar.
Não existe a garantia de resultados, muito menos de respostas às possíveis dúvidas e problemas enfrentados.
Também é possível que nada se altere, sendo este mais raro de acontecer, pois quase sempre existem algumas peças fora do lugar que mereciam uma atenção antes desviada. Mas não é uma hipótese descartável.

Como eu anteriormente mencionei, este estado é por vezes doloroso. A ansiedade de achar os novos rumos ou de encontrar o "elo perdido" é um dos sentimentos que causam essa "dor". As descobertas desse processo também podem ser dolorosas, por exemplo, quando percebido que uma amizade fora mais abusiva que proveitosa, ou quando um objetivo realizado deixara de ser benéfico e se tornara frustrante.

Enfim, espero ter sido bastante didática para contextualizar aos demais minhas circunstâncias atuais, para que ninguém se ofenda com uma possível situação onde eu não me envolva, não procure ou me sinta desconfortável.

Grata,

Nerfanda.


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Em busca de emprego!


Respeitáveis leitores,


Estou procurando emprego.
Para tal, deixo meu currículo aqui no blog!

Obrigada!



Fernanda Bellini Pinto

Data de nascimento: 20/10/1985
E-mail: nandabellini@gmail.com

Formação curricular

Ensino superior:

Licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA).

Formação extracurricular  

- Noções intermediárias de Word, Excel, Internet, Power Point, Windows XP, Linux;

- Noções básicas da língua inglesa e intermediárias da língua espanhola;

- Apresentação da pesquisa “Real Time PCR (qPCR) para a detecção de Campylobacter jejuni, C. coli e C. lari em alimentos” no XII Salão de Iniciação Científica da ULBRA, como autora;

- Co-autora na pesquisa “Detecção de Salmonella em alimentos pela técnica da PCR em Tempo Real”, igualmente apresentado no XII Salão de Iniciação Científica da ULBRA;

- I Curso sobre Cuidados no Manejo de Animais de Laboratório realizado pela FFFCMPA (atual UFCSPA).


Experiência profissional

Projeto Vila Dique/Aeroporto
Duração: março de 2010 a agosto de 2011 .
Cargo: Autônoma - Bióloga
Principais funções: atuar como técnica no Eixo de Educação Sanitária e Ambiental no processo remoção das famílias da Vila Dique para o novo loteamento, sendo responsável pela adaptação dessas famílias novo local de moradia em relação às questões sanitárias e ambientais, de forma educativa e assistencial.

Programa Nacional de Inclusão de Jovens – ProJovem Urbano
Duração: novembro de 2009 a maio de 2011.
Cargo: Professora
Principais funções: ministrar aulas no turno da noite de Ciências da Natureza para jovens de 18 à 29 anos com a finalidade de elevar o grau de escolaridade destes alunos por meio da conclusão do Ensino Fundamental.

Laboratório de Imunologia - UFRGS
Duração: setembro de 2009 a fevereiro 2010.
Cargo: Bolsista de iniciação científica voluntária.
Principais funções: atuo na área de pesquisa realizando diversos experimentos relacionados com a confecção de vacinas contra carrapatos para bovinos, onde ocorre a manipulação de amostras, a realização de métodos como ELISA, Western Blot, extração de DNA e análises dos resultados obtidos.

Centro Empreendimentos Hoteleiros Ltda.
Duração: janeiro de 2009 a outubro 2009.
Cargo: Secretária.
Principais funções: atendimento ao telefone, recepção, serviços bancários, controle de contas à pagar, envio e recebimento de documentos, atendimento ao diretor da empresa, controle de férias dos funcionários, controle de pagamentos de salário e vale transporte aos funcionários, arquivamento de documentos, demais atividades administrativas e de recursos humanos.

Estágio Curricular Obrigatório – Colégio Estadual Candido José de Godói
Duração: janeiro de 2009 a junho de 2009.
Cargo: Estagiária de licenciatura
Principais funções: ministrar aulas de biologia para alunos do 1º ano do Ensino Médio.

Estágio Curricular Obrigatório – E.M.E.F João Goulart
Duração: junho de 2008 a dezembro 2008.
Cargo: Estagiária de licenciatura
Principais funções: ministrar aulas de ciências para alunos de 7ª série.

Departamento de Perícia Médica e Saúde do Trabalhador do Estado do Rio Grande do Sul
Duração: abril de 2008 a janeiro de 2009.
Cargo: Estagiária.
Principais funções: controle de ingresso de novos funcionários públicos, atendimento ao telefone, recepção, elaboração de ofícios e memorandos, envio e recebimento de documentos relativos à exames médicos, atendimento ao diretor do departamento, controle de efetividade dos servidores públicos e demais atividades administrativas.

Toxilab Análises Clínicas LTDA.
Duração: agosto a novembro de 2006.
Cargo: Estagiária.
Principais funções: aplicava técnicas laboratoriais no setor de cromatografia e toxicologia, onde fazia diversas análises em urina e sangue, como por exemplo, a verificação da contaminação por tolueno (ácido hipúrico, metil-hipúrico e mandélico) e verificação de contaminação por anilina (metahemoglobina).

Laboratório de Diagnóstico Molecular Simbios - ULBRA
Duração: dezembro de 2005 a agosto de 2006.
Cargo: Bolsista de iniciação científica voluntária.
Principais funções: atuei na área de “Pesquisa e Desenvolvimento”, onde utilizava os métodos do PCR Real Time, PCR convencional, manipulação de amostras de diversas doenças infecciosas e análises de resultados. Nesta iniciação científica apresentei meus trabalhos no Salão de Iniciação Científica da ULBRA, evento aberto à comunidade para conhecer as inovações científicas e pesquisas realizadas pela universidade.

Pré-Vestibular e Colégio Unificado
Duração: janeiro de 2003 a janeiro de 2004.
Cargo: Monitora.
Principais funções: realizava atendimento e vendas ao cliente, atendimento aos alunos e professores; organização de documentos, organização das salas de aula e ajuda com diversas funções na secretaria.

sábado, 24 de setembro de 2011

Tem um satélite caindo na Terra e eu com isso?

I am a satellite I'm out of control!

Ok, tem mesmo um satélite caindo na terra, mais ou menos uns 30 pedaços, que atingirá o Canadá, África (coitados, a bomba cai sempre em cima deles) e Austrália.

Nenhuma informação garante que sairemos livres de inconvenientes causados pelo satélite que agora volta pra casa bem faceiro.

Não acho que seja o fim dos tempos, ou que 2012 esteja com pressa e mandou representantes, não acho mesmo.

Mas me preocupa pensar que as informações parecem desencontradas e sem muito nexo... Tipo, vão cair em torno de 26 fragmentos, pesando em média 150kg e a não sei quantos quilômetros por hora... E que os destroços possam se espalhar num raio de até 800 quilômetros em relação ao ponto de impacto! Cara, isso faz estrago!!! Mas continuam dizendo q tá tudo bem!

simpático o moço, não?

Sei lá, vamos ver o que dá...

Enquanto isso no reino da Dinamarca, cá estou sem grandes novidades e muito menos grandes apreços.
Tou sem saco pra várias coisas, incluindo... Ah, incluindo tudo mesmo!

Tou cansada da falta de leveza nas coisas e nas relações, frustrada com a insistente mania do destino de me empurrar situações que me são desagradáveis e que estão fora do meu controle.

Nessa hora eu volto pra história do satélite e penso que se fosse uma coisa mais "o nosso fim está próximo" até q não seria tão ruim... hahahahahaahah!

Tou numa situação de espera, estagnada, sentindo falta de algumas coisas que sempre pareciam garantidas e seguras.
Sem falar nos sentimentos confusos com relação à tudo isso.

Sinceramente? Eu nem tenho paciência pra pensar mais sobre isso...

The end.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

intimidade é uma merda

sim, o assunto do dia é esse.

a bendita, ou maldita, intimidade.



a falta dela, a percepção dela, a criação dela, os limites dela e o medo dela.

como estabelecer o quanto de intimidade vc tem com o outro ou o quanto vc pode investir a sua intimidade com outro?

não é nem de perto uma percepção simples.
e varia muito de pessoa pra pessoa.

eu funciono de uma forma bem simples com a intimidade: eu sou muito aberta e estou disposta a ter a minha intimidade dessa forma.
o problema é que muitas vezes, até de forma ingênua, eu acabo expondo esse intimidade ou tendo intimidade com as pessoas quando elas ainda não tem isso comigo.

isso invade, assusta ou então é interpretado de uma forma errada...



sempre foi um problema e eu, na minha santa ingenuidade, nunca aprendi a ter isso controlado ou então a entender que as pessoas nem sempre lidarão bem com isso, por não terem a mesma visão que eu.
eu acabo achando que os outros vão entender, mas eles não entendem.
e aí eu avanço um passo que nem eu havia percebido q tinha q ser dado aos poucos.
principalmente quando eu ainda não sei o quanto da minha "alma" as pessoas estão dispostas a entender ou conhecer.

sim, eu sempre fui impulsiva... mas diferente do que as pessoas pensam, não é o impulso não pensado sem medir consequências, é o impulso de quem se doa (ou se dá) de forma verdadeira, com honestidade naquilo que fala e que pensa, refletindo assim nos gestos e atos.

eu nunca tive vergonha de mostrar quem eu sou e o que sinto, de um estranho modo me considero muito bem resolvida com isso, de mim para mim, claro.

mas o que ainda não está resolvido é esse passo em falso, que me prejudica, de dar aquilo que nem sempre os outros querem receber.

aí vem o conflito interno, o sofrimento por ter um resultado negativo de algo que pra mim era tão natural, tão simples.
e por ser conflito, puxa para o assunto os temas insegurança, medos, frustrações e traumas.

estava bem assim hoje, braba comigo por me colocar nessa situação sem ter me percebido.
errando quando a intensão nem se quer era a de acertar, na verdade era a de só ser eu.

ok, falando assim tb parece q estou me isentando dos erros, mas não estou.
pelo contrário, estou tentando mostrar a briga interna comigo, a frustração de agir errado por ser assim e a frustração de não ser feliz sendo diferente.

meio termo? complicado chegar nele, pq qualquer passo mal interpretado tende pra um dos dois lados.
ainda mais tendo em vista que as pessoas sempre julgam tuas ações, não por mal, mas pq é normal analisar e avaliar a atitude do outro (mas sobre esse assunto já falei anteriormente) e quanto ela serve ou deixa de servir.

seria muito mais simples se todos fossem abertos com suas questões, nas suas relações, sem interpretações que possam denegrir tua imagem.
seria mais fácil poder ser honesto sempre e poder se doar.
o que as pessoas vão fazer com isso, sempre é um risco, mas eu não me preocupo de correr o risco de ser usada ou de quebrar a cara, mas sim me preocupo de correr o risco ser mal interpretada.

me irrita profundamente correr esse risco sem nem perceber q estou correndo.
se eu penso antes de agir? é claro, mas veja bem, se pra mim é uma coisa natural, quando eu pensar sobre a ação a ser tomada ela não será nada mais que natural.

difícil, né? tenho pra mim que falta malandragem nesse corpo.
mas pra falar bem a verdade, malandragem não me serve.
eu gosto de ser aberta.
eu não sei jogar esses jogos interpessoais utilizados nas relações modernas.
eu sempre fui partidária do: "oi, tudo bem? eu quero assim assado e vc?"



já recebi diversas críticas sobre o tanto objetiva e direta que eu posso ser.
ficar "me fazendo"? não tenho saco...
mas não pense que eu não curto os estágios e evoluções das relações, eu curto, mas eu não curto a falta de clareza e sinceridade nelas.

nesse vai e volta de ações bem e mal sucedidas, das frustrações e sofrimentos fica a dúvida de como me portar diante de tudo isso.
eu juro que estou tentando.

só não tenha mais estômago pros julgamentos cruéis.

é isso.


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

And you know how I feel...

"Feelin' Good", vi essa música através de um desses links no facebook, na voz de um lindo garotinho chamado Ronan Parke, que participou do Britains Got Talent deste ano.

Aqui está o link para o vídeo desse menino no YouTube, pois desativaram a função de incorporar, mas vale a pena ir até lá e ver, pois o Ronan é um fenômeno, nunca vi uma criança de 12 anos cantar desse jeito! E eu, que eu odeio crianças prodígio, morro chorando toda vez que vejo esse vídeo!

http://www.youtube.com/watch?v=Y7YiCfoShTk&feature=related
(editado, pois coloquei o link do vídeo com menor duração e essa agora é o completo)


Depois de alguma pesquisa, descobri que a música é originalmente cantada pela Nina Simone (inclusive com uma versão feita pelo Muse que tb não é incorporável, mas aí vai, afinal é o Muse)


Aí você se pergunta: tá e que diabos tem essa música pra ser postada aqui?

O que ela tem, meu caro, é que ela me apareceu uns dias antes de eu perceber que estou me sentindo exatamente como ela retrata, nas mesmas nuances, seguindo inclusive o que está escrito nas entrelinhas...

Então, vamos lá ver a Nina:



Feeling Good

Birds flying high you know how I feel
Sun in the sky you know how I feel
Reeds drifting on by you know how I feel
Its a new dawn it's a new day its a new life for me
And I'm feeling good

Fish in the sea you know how I feel
River running free you know how I feel
Blossom in the trees you know how I feel
It's a new dawn its a new day it's a new life for me
And I'm feeling good

Dragonflies all out in the sun
You know what I mean, don't you know
Butterflies are all having fun
You know what I mean
Sleep in peace
When the day is done
And this old world is new world and a bold world for me

Stars when you shine you know how I feel
Scent of the pine you know how I feel
Yeah freedom is my life
And you know how I feel
Its a new dawn its a new day its a new life for me
And I'm feeling good

Ooooh
(Feeling good)

Sentindo Bem

Pássaros voando alto, vocês sabem como eu me sinto
Sol no céu, você sabe como eu me sinto
Bambus balançando sozinhos, vocês sabem como eu me sinto
É um novo amanhecer é um novo dia e é uma nova vida para mim
E eu estou me sentindo bem

Peixe no mar, você sabe como eu me sinto
Rio correndo solto, você sabe como eu me sinto
Flores nas árvores, vocês sabem como eu me sinto
É um novo amanhecer é um novo dia e é uma nova vida para mim
E eu estou me sentindo bem

Libélulas todas soltas no sol
Vocês sabem o que quero dizer, você não sabem?
Borboletas todas se divertindo
Vocês sabem o que quero dizer
Dormir em paz
Quando o dia está terminado
E esse velho mundo é um novo mundo e um mundo ousado para mim

As estrelas quando brilham, vocês sabem como eu me sinto
O aroma do pinheiro, você sabe como eu me sinto
Yeah liberdade é minha vida
E você sabe como eu me sinto
É um novo amanhecer é um novo dia e é uma nova vida para mim
E eu estou me sentindo bem

Ooooh
(me sentindo bem)














terça-feira, 26 de julho de 2011

a decepcionante arte de ter sua vida analisada por terceiros

Julgar, analisar e comentar são verbos da essência do ser humano.

Mente aquele que diz não realizar nenhuma dessas ações.

Até aí, ok. Somos imperfeitos, somos o que somos e ponto final.

A diferença está em medir as consequências dessas ações quando praticadas.

Medir as palavras e a força com que elas saem da sua boca fazem bem não só pra você, mas para aquela pessoa vítima dos comentários.

Às vezes nem é por mal, fato. Mas a informação certa caindo nas mãos erradas pode causar danos.

Ou então, o simples fato de uma pessoa que NUNCA esteve lá pra ter conhecimento de caso sair divagando sobre o quanto errôneos foram teus momentos, pode magoar e abalar as estruturas do ser que aos poucos se levanta dos tombos tomados justamente por esses "momentos errôneos".

E esse tipo de coisa eu só aceito de gente que seja exemplo ímpar de caráter e conduta, se não, cala boca e vai cuidar da tua vida.


domingo, 24 de julho de 2011

Run away com o Marilyn Manson

Estava eu na tranquilidade do meu quarto até que os caminhos internéticos me levaram a este vídeo...
Ressalto que ainda estou sem palavras pra descrever... Eu amo a versão de Tainted Love da banda Soft Cell... 


Mas isso...


domingo, 17 de julho de 2011

antes de mais nada, eu vos digo


Não é segredo pra ninguém.

Nem mesmo pra mim.

Todo mundo sabe dos medos e dos confrontos que eu precisava pra me decretar curada/livre/pronta.

Confronto estabelecido. Medido. Analisado. Vivido.

Pontuação? 100% de aproveitamento.

Sentimentos? Nenhum.

Eu disse NENHUM! Acredita? Eu não acreditaria se não tivesse vivido. Se não tivesse colocado em risco o tanto que venho cuidando de mim.

Finalmente eu me senti no lugar certo da história e não era no papel de vítima não. Era no papel de vencedora, aquela que caiu lá no fundo do poço, mas que um dia por vez subiu pedra por pedra e finalmente conseguiu sair dele.

Os papéis que restaram nessa história? Nem me preocupo, as máscaras caem. Ontem escutei a seguinte frase: o tempo se encaminha, eu não vou fazer nada. E se encaixa nessa situação.

Afinal, eu não tenho que me esforçar pra mostrar pros outros que os papéis impostos pelo roteirista desqualificado são falsos. As pessoas não são burras, no tempo certo elas irão ver.

Eu só tenho mesmo é que comemorar! O show foi meu, de mim para mim mesma.

Obrigada aos companheiros de crime pelo suporte.

E pra finalizar, sem perder a oportunidade de destilar: definitivamente pijamas e cóques não agradam a nação.

I am fine.

domingo, 3 de julho de 2011

nebuloso dia de sol



cá estava eu na minha cama.

passando os olhos entre tantas coisas eu passei o pensamento onde não deveria.

e por mais estranho que seja, por mais que não haja fundamento, doeu.

doeu daquela dor que tu precisa ir atrás pra sanar.
daquela dor que te dá aperto no peito.
daquela dor que te faz pensar: de novo?

esse patinar traz as coisas de volta, velhas desculpas, pra ocupar a cabeça com aquilo que é mais fácil de sentir-se mal...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

pinga, pinga chuvinha...

eu já disse que odeio chuva milhões de vezes...



repito: eu odeio chuva!

Diante dos acontecimentos, das coisas ruins, dá um certo pânico "sentir" a chuva caindo na noite.



Momento esse de rever.

Saudades de coisas q vc caríssimo leitor, jamais pensaria. Nem eu pensaria, mas pensei.
Isso é culpa da fragilidade q corrói, do pânico (pequeno é verdade) q eu venho sentido quando a noite cai.

Sabia q eu não consigo nem entender pq me sinto assim, ou então o q me faz sentir assim?

Os motivos pra qualquer um não fazem muita diferença, mas pra mim, de uma forma ridícula fazem. E aí que pega não entender essas coisas.

São rabiscos de pensamento. E as crises de ansiedade fazem mal. Fazem mal pq não têm a lógica, por exemplo, do luto. E ainda por cima chove... Maldita chuva me deixa baratinada.


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Acaso do acaso bem marcado em cartas de Tarot! Ôh - ôh!

é o tarot incentivando as crianças pro crime!



LUTANDO PELOS SONHOS

O Pagem de Paus emerge do Tarot como arcano conselheiro para este momento de sua vida, Fernanda. Trata-se de um momento de tomar consciência dos seus sonhos e objetivos, direcionando-se para eles. Você terá diversas tentações de se sentar e ficar esperando que as coisas aconteçam por si só. Não se permita a isso, mova-se, Fernanda! O Pagem de Paus é a imagem dos primeiros lampejos de idéias, amores ou projetos. Você sentirá a inércia e o tédio se evadindo de sua existência e finalmente imprimirá movimento à sua vida. Muitas águas hão de rolar e este é apenas o processo inicial de uma provável aventura muito gostosa. Lance-se sem medo! Quanto mais coragem, mais resultados! Mesmo que você ouça “não”, a negativa será apenas inicial.***

Conselho: Arrisque-se!

Tarot fdp!!!!!!!! Não cutuca!!!!!


*** parte que fode tudo dando corda pra eu me enforcar...